Foi realizada no dia 25 de agosto, a primeira prova da gincana, a dança da cadeira, tendo como vencedores: turno matutino, a equipe verde, turno vespertino, a equipe branca e no turno noturno, a equipe preta.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
II GINCANA DA PRIMAVERA
TEMA: A CULTURA DA PAZ
OBJETIVO GERAL
A Gincana da Primavera em sua segunda edição, tem por finalidade ser auxilio no entendimento, na compreensão e no cultivo da “Cultura da Paz”. Com certeza tudo o que fazemos de inicio, bem feito, tem mais chance de continuar com qualidade, e melhor cada nova atividade. Nesta perspectiva, A gincana que tem como tema em sua primeira edição a Cultura da Paz, vem para fortalecer o espírito de confiança, competitividade, solidariedade e integração entre os membros da comunidade.
Para que ela ocorra com sucesso, é preciso que tenhamos como diretriz ampliar e fortalecer o engajamento entre docentes e discentes, bem como pais e comunidade escolar em geral. A Gincana tem o propósito de promover atividades vinculadas à cultura da paz, sensibilizando todas às novas formas de convivência baseadas na solidariedade e no respeito e deveres e sensíveis para rejeitarem toda forma de opressão e violência.
Todos nós sabemos que as relações sociais se fortalecem a partir da interação entre todos os indivíduos e, junto com essa interação, sejam incentivadas como as trocas de experiência. A partir dessa partilha, acreditamos que valores como respeito, solidariedade, companheirismo, capacidade de criticar e receber criticas, são desenvolvidas na perspectiva de que todos nos estamos em processo de construção de nossa humanidade. Logo, o colégio deixa de ser o local onde meramente se transmite o conhecimento para ser palco de transformações, onde cada individuo tem seu espaço reservado, colaborando na construção deu um colégio mais critico e acolhedor.
JUSTIFICATIVA
Diz Isaias em seu livro bíblico não capitulo 32, versos de 17 a 17: “... então o deserto se tornará um jardim, e o jardim será considerado um bosque. No deserto habitará i direito, e a justiça habitará o jardim. O fruto da justiça será a paz...” Nesta perspectiva, temos a intenção de promover reflexões e atitudes que evidenciem valores humanos vinculados ao direito e à justiça para que a cultura da paz seja cultivada na escola, no colégio, nas comunidades adjacentes e em toda sociedade.
Estamos vivendo um período de exacerbação da violência entre as pessoas, manifestada sob as mais variadas formas tais como a agressividade física, o desrespeito às pessoas mais frágeis da sociedade ( os idosos e as crianças), preconceitos e discriminações sempre recorrentes. Fatores sociais, políticos, culturais, econômicos e religiosos, de ordem localizada ou global, conflitos que não param de explodir, incicam que a violência continua mais incontrolável do que jamais a vimos. Os passos da humanidade rumo a uma realidade de conflitos violentos incontroláveis são indicadores do direcionamento que temos dado ao destino humano.
Em principio, parece não haver o que fazer diante de uma realidade tão ambígua e sem controle diante de praticas de injustiça e violência tanto coletiva quanto individuais, pois as poucas vivencias de paz são abafadas por um complexo mecanismo de violência que proíbe a reação pacifica das pessoas. No entanto, não podemos ficar alheios a nossa responsabilidade enquanto comunidade escolar, docentes, corpo administrativo, discentes e famílias. È preciso assumir nosso papel e nossa responsabilidade de resgatar valores que fortaleçam uma cultura de paz, reconhecendo e respeitando o valor da vida humana. Ora o ser humano é um ser concreto, pois é na vida concreta que ele expressa suas atitudes, dando significado humaniza dor às relações expressando valores afetivos transformadores.
Quanto à formação das equipes.
As equipes serão formadas por meio de um sorteio, que se realizara dia 17/08 na coordenação pedagógica, entre os professores dos turnos matutino, vespertino e noturno. Serão sorteados também os temas e as cores que cada equipe representara. As equipes serão formadas por 3 turmas . Os professores serão distribuídos por meio de sorteio, entre as equipes.
Realizado o sorteio, cada equipe devera apresentar um professor que os representará em eventuais conferências, reclamações ou deliberações que se façam necessária.
Temas a serem desenvolvidos
• Paz na Escola
• Paz no trânsito
• Paz na Família
• A Paz e o meio ambiente
• A Paz entre as Raças
• A Paz no Esporte
Das provas
Etapa I – Da arrecadação
A partir de 19/08, as equipes poderão se organizar para o cumprimento das provas culturais e para a arrecadação de alimentos e produtos para a realização de um bazar e de uma pescaria. A arrecadação dos produtos e alimentos será pontuada seguindo as tabelas a serem distribuídas semanalmente.
Etapa II – Das provas relâmpago
As equipes deverão estar atentas aos cartazes espalhados pela escola, onde serão divulgadas provas a serem realizadas em prazos estipulados e com pontuação extra. As provas poderão ser de caráter cultural e/ou de arrecadação.
Etapa III – Dos murais
Cada equipe devera confeccionar um mural (que deverá ser realizado pelos alunos da equipe) sobre seu tema e expor em local a ser delimitado pelos organizadores na escola, no dia 31/08 até às 20h. Cada equipe que executar a prova receberá 3 000 pontos.
Etapa IV – Recreio legal
A partir do dia 25/08 acontecera o Recreio legal que terá um momento de realização de pequenas provas, onde alunos e professores deverão estar integrados. As provas ocorrerão por turnos e receberá a pontuação a equipe que vencer a competição.
O recreio será de 30 minutos, apenas as sextas-feiras (ver data no cronograma). Neste dia, cada equipe devera apresentar o número de alunos indicados abaixo, caracterizados com a cor de sua respectiva equipe (os alunos participantes podem ser alterados semanalmente, a critério dos professores).
Prova I - Dança da cadeira 25/08
Número de participantes-3 alunos por equipe – caracterizados na cor da equipe.
Tempo da prova – 15 minutos
Pontuação: 2 000 pontos para a equipe vencedora.
Prova II- Qual é a musica 01/09
Número de participantes-3 alunos por equipe – caracterizados na cor da equipe.
Tempo da prova – 20 minutos.
Pontuação: 2 000 pontos para a equipe vencedora.
Um aluno devera dizer o nome da musica ou quem canta.
Prova III – prova surpresa 15/09
Numero de participantes – Todos os professores da equipe
Tempo da prova – 20 minutos
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova.
Regras da prova serão distribuídas no dia 14/09.
Prova IV – Apresentação artística 22/09
Numero de participantes – a critério das equipes.
Tempo da prova – 05 minutos para cada equipe.
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova nos três turnos.
Obs.: A mesma apresentação poderá ser feita nos três turnos.
Prova V – Rinha de galo 29/09
Numero de participantes – 1 aluno de cada equipe.
Tempo da prova – 05 minutos para cada equipe.
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova nos três turnos.
Obs.: A mesma apresentação poderá ser feita nos três turnos.
Prova VI -Marcha dos chapéus
Numero de participantes – 1 aluno de cada equipe.
Tempo da prova – 05 minutos para cada equipe.
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova nos três turnos.
Obs.: A mesma apresentação poderá ser feita nos três turnos.
Das apresentações
Etapa I – Apresentação da Bandeira da Paz06/10
Cada equipe devera apresentar uma bandeira com um símbolo e uma frase que represente a Paz. A bandeira devera obedecer ao seguinte padrão.
1. Cor de fundo: Branco;
2. Metragem: 0,90 x 1,20 m
A prova executada terá a pontuação de 1 000 pontos.
As seis bandeiras ficarão expostas na escola até o dia 06/10, onde ocorrerá votação secreta para eleger a melhor bandeira. Participarão da votação todos os alunos, pais, professores e servidores da escola.
A equipe vencedora receberá 5 000 pontos.
O resultado será divulgado no dia 06/10, encerramento da II gincana da primavera e festa da primavera.
Etapa II – Apresentação do Rei e da Rainha da primavera 2010.
Cada equipe devera apresentar pelo menos um aluno e uma aluna que concorrerão ao posto de Rei e Rainha respectivamente. Vencera os alunos que vender mais votos.
Pontuação: 15 000 para o Rei e 15 000 para a Rainha;
Obs.: os alunos concorrentes terão que entregar os votos até às 17h do dia 08/10.
Do Encerramento
Etapa I – Quanto à ornamentação das barracas.
A ornamentação das barracas será de responsabilidade de cada equipe e devera obedecer aos seguintes critérios:
1. Estar na cor da equipe (podendo utilizar outras cores, mas dar ênfase à cor da equipe);
2. Ornamentar com enfeites relacionados ao que será vendido na barraca, conforme sorteio realizado anteriormente.
3. As equipes deverão apresentar para a coordenação a lista de materiais necessários para ornamentação das barracas ate o dia 04/10 e receber os mesmos no dia 04/10. (Pedimos a colaboração das equipes em solicitar somente o necessário, evitando o desperdício).
4. A prova executada será valorada em 5 000.
Etapa II – Prova de valorização da cultura local
Cada equipe deverá trazer uma atração musical local para se apresentar no encerramento do evento. O gênero musical ficará a critério de cada equipe. A entrega do nome da atração para a coordenação deverá acontecer até o dia 01/10.
A prova executada valerá 10 000 pontos.
Da premiação
A equipe vencedora que terá seu nome divulgado no dia 08/10 às 22h, terá como premiação um jantar no colégio, data a ser definida.
INFORMAÇÕES FINAIS
1. As equipes participantes que não apresentarem problemas disciplinares (advertências e suspensões) durante toda a gincana terão 10 000 pontos de bonificação.
2. Os formandos da escola terão uma barraca própria no dia da festa da primavera, a fim de arrecadar fundos para a formatura.
3. Cada equipe devera apresentar um representante que formara uma comissão.
“A Educação é a arma da Paz.”
Maria Montessori
(em Jares, Educação para Paz: sua teoria e prática 2002).
TEMA: A CULTURA DA PAZ
OBJETIVO GERAL
A Gincana da Primavera em sua segunda edição, tem por finalidade ser auxilio no entendimento, na compreensão e no cultivo da “Cultura da Paz”. Com certeza tudo o que fazemos de inicio, bem feito, tem mais chance de continuar com qualidade, e melhor cada nova atividade. Nesta perspectiva, A gincana que tem como tema em sua primeira edição a Cultura da Paz, vem para fortalecer o espírito de confiança, competitividade, solidariedade e integração entre os membros da comunidade.
Para que ela ocorra com sucesso, é preciso que tenhamos como diretriz ampliar e fortalecer o engajamento entre docentes e discentes, bem como pais e comunidade escolar em geral. A Gincana tem o propósito de promover atividades vinculadas à cultura da paz, sensibilizando todas às novas formas de convivência baseadas na solidariedade e no respeito e deveres e sensíveis para rejeitarem toda forma de opressão e violência.
Todos nós sabemos que as relações sociais se fortalecem a partir da interação entre todos os indivíduos e, junto com essa interação, sejam incentivadas como as trocas de experiência. A partir dessa partilha, acreditamos que valores como respeito, solidariedade, companheirismo, capacidade de criticar e receber criticas, são desenvolvidas na perspectiva de que todos nos estamos em processo de construção de nossa humanidade. Logo, o colégio deixa de ser o local onde meramente se transmite o conhecimento para ser palco de transformações, onde cada individuo tem seu espaço reservado, colaborando na construção deu um colégio mais critico e acolhedor.
JUSTIFICATIVA
Diz Isaias em seu livro bíblico não capitulo 32, versos de 17 a 17: “... então o deserto se tornará um jardim, e o jardim será considerado um bosque. No deserto habitará i direito, e a justiça habitará o jardim. O fruto da justiça será a paz...” Nesta perspectiva, temos a intenção de promover reflexões e atitudes que evidenciem valores humanos vinculados ao direito e à justiça para que a cultura da paz seja cultivada na escola, no colégio, nas comunidades adjacentes e em toda sociedade.
Estamos vivendo um período de exacerbação da violência entre as pessoas, manifestada sob as mais variadas formas tais como a agressividade física, o desrespeito às pessoas mais frágeis da sociedade ( os idosos e as crianças), preconceitos e discriminações sempre recorrentes. Fatores sociais, políticos, culturais, econômicos e religiosos, de ordem localizada ou global, conflitos que não param de explodir, incicam que a violência continua mais incontrolável do que jamais a vimos. Os passos da humanidade rumo a uma realidade de conflitos violentos incontroláveis são indicadores do direcionamento que temos dado ao destino humano.
Em principio, parece não haver o que fazer diante de uma realidade tão ambígua e sem controle diante de praticas de injustiça e violência tanto coletiva quanto individuais, pois as poucas vivencias de paz são abafadas por um complexo mecanismo de violência que proíbe a reação pacifica das pessoas. No entanto, não podemos ficar alheios a nossa responsabilidade enquanto comunidade escolar, docentes, corpo administrativo, discentes e famílias. È preciso assumir nosso papel e nossa responsabilidade de resgatar valores que fortaleçam uma cultura de paz, reconhecendo e respeitando o valor da vida humana. Ora o ser humano é um ser concreto, pois é na vida concreta que ele expressa suas atitudes, dando significado humaniza dor às relações expressando valores afetivos transformadores.
Quanto à formação das equipes.
As equipes serão formadas por meio de um sorteio, que se realizara dia 17/08 na coordenação pedagógica, entre os professores dos turnos matutino, vespertino e noturno. Serão sorteados também os temas e as cores que cada equipe representara. As equipes serão formadas por 3 turmas . Os professores serão distribuídos por meio de sorteio, entre as equipes.
Realizado o sorteio, cada equipe devera apresentar um professor que os representará em eventuais conferências, reclamações ou deliberações que se façam necessária.
Temas a serem desenvolvidos
• Paz na Escola
• Paz no trânsito
• Paz na Família
• A Paz e o meio ambiente
• A Paz entre as Raças
• A Paz no Esporte
Das provas
Etapa I – Da arrecadação
A partir de 19/08, as equipes poderão se organizar para o cumprimento das provas culturais e para a arrecadação de alimentos e produtos para a realização de um bazar e de uma pescaria. A arrecadação dos produtos e alimentos será pontuada seguindo as tabelas a serem distribuídas semanalmente.
Etapa II – Das provas relâmpago
As equipes deverão estar atentas aos cartazes espalhados pela escola, onde serão divulgadas provas a serem realizadas em prazos estipulados e com pontuação extra. As provas poderão ser de caráter cultural e/ou de arrecadação.
Etapa III – Dos murais
Cada equipe devera confeccionar um mural (que deverá ser realizado pelos alunos da equipe) sobre seu tema e expor em local a ser delimitado pelos organizadores na escola, no dia 31/08 até às 20h. Cada equipe que executar a prova receberá 3 000 pontos.
Etapa IV – Recreio legal
A partir do dia 25/08 acontecera o Recreio legal que terá um momento de realização de pequenas provas, onde alunos e professores deverão estar integrados. As provas ocorrerão por turnos e receberá a pontuação a equipe que vencer a competição.
O recreio será de 30 minutos, apenas as sextas-feiras (ver data no cronograma). Neste dia, cada equipe devera apresentar o número de alunos indicados abaixo, caracterizados com a cor de sua respectiva equipe (os alunos participantes podem ser alterados semanalmente, a critério dos professores).
Prova I - Dança da cadeira 25/08
Número de participantes-3 alunos por equipe – caracterizados na cor da equipe.
Tempo da prova – 15 minutos
Pontuação: 2 000 pontos para a equipe vencedora.
Prova II- Qual é a musica 01/09
Número de participantes-3 alunos por equipe – caracterizados na cor da equipe.
Tempo da prova – 20 minutos.
Pontuação: 2 000 pontos para a equipe vencedora.
Um aluno devera dizer o nome da musica ou quem canta.
Prova III – prova surpresa 15/09
Numero de participantes – Todos os professores da equipe
Tempo da prova – 20 minutos
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova.
Regras da prova serão distribuídas no dia 14/09.
Prova IV – Apresentação artística 22/09
Numero de participantes – a critério das equipes.
Tempo da prova – 05 minutos para cada equipe.
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova nos três turnos.
Obs.: A mesma apresentação poderá ser feita nos três turnos.
Prova V – Rinha de galo 29/09
Numero de participantes – 1 aluno de cada equipe.
Tempo da prova – 05 minutos para cada equipe.
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova nos três turnos.
Obs.: A mesma apresentação poderá ser feita nos três turnos.
Prova VI -Marcha dos chapéus
Numero de participantes – 1 aluno de cada equipe.
Tempo da prova – 05 minutos para cada equipe.
Pontuação: 6 000 pontos para as equipes que executarem a prova nos três turnos.
Obs.: A mesma apresentação poderá ser feita nos três turnos.
Das apresentações
Etapa I – Apresentação da Bandeira da Paz06/10
Cada equipe devera apresentar uma bandeira com um símbolo e uma frase que represente a Paz. A bandeira devera obedecer ao seguinte padrão.
1. Cor de fundo: Branco;
2. Metragem: 0,90 x 1,20 m
A prova executada terá a pontuação de 1 000 pontos.
As seis bandeiras ficarão expostas na escola até o dia 06/10, onde ocorrerá votação secreta para eleger a melhor bandeira. Participarão da votação todos os alunos, pais, professores e servidores da escola.
A equipe vencedora receberá 5 000 pontos.
O resultado será divulgado no dia 06/10, encerramento da II gincana da primavera e festa da primavera.
Etapa II – Apresentação do Rei e da Rainha da primavera 2010.
Cada equipe devera apresentar pelo menos um aluno e uma aluna que concorrerão ao posto de Rei e Rainha respectivamente. Vencera os alunos que vender mais votos.
Pontuação: 15 000 para o Rei e 15 000 para a Rainha;
Obs.: os alunos concorrentes terão que entregar os votos até às 17h do dia 08/10.
Do Encerramento
Etapa I – Quanto à ornamentação das barracas.
A ornamentação das barracas será de responsabilidade de cada equipe e devera obedecer aos seguintes critérios:
1. Estar na cor da equipe (podendo utilizar outras cores, mas dar ênfase à cor da equipe);
2. Ornamentar com enfeites relacionados ao que será vendido na barraca, conforme sorteio realizado anteriormente.
3. As equipes deverão apresentar para a coordenação a lista de materiais necessários para ornamentação das barracas ate o dia 04/10 e receber os mesmos no dia 04/10. (Pedimos a colaboração das equipes em solicitar somente o necessário, evitando o desperdício).
4. A prova executada será valorada em 5 000.
Etapa II – Prova de valorização da cultura local
Cada equipe deverá trazer uma atração musical local para se apresentar no encerramento do evento. O gênero musical ficará a critério de cada equipe. A entrega do nome da atração para a coordenação deverá acontecer até o dia 01/10.
A prova executada valerá 10 000 pontos.
Da premiação
A equipe vencedora que terá seu nome divulgado no dia 08/10 às 22h, terá como premiação um jantar no colégio, data a ser definida.
INFORMAÇÕES FINAIS
1. As equipes participantes que não apresentarem problemas disciplinares (advertências e suspensões) durante toda a gincana terão 10 000 pontos de bonificação.
2. Os formandos da escola terão uma barraca própria no dia da festa da primavera, a fim de arrecadar fundos para a formatura.
3. Cada equipe devera apresentar um representante que formara uma comissão.
“A Educação é a arma da Paz.”
Maria Montessori
(em Jares, Educação para Paz: sua teoria e prática 2002).
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Homenagem aos Pais
As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
(Mario Quintana)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Olímpíadas de Língua Portuguesa
Crônica
O amor acaba O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova York; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
O Amor Acaba - Crônicas Líricas e Existenciais - Editora Civilização Brasileira
Paulo Mendes Campos
Olimpíadas de Língua Portuguesa
Memórias literárias
Transplante de menina
Tatiana Belinky
[...] Depois do almoço, continuávamos o nosso turismo carioca. Papai e mamãe, mais o primo — feliz proprietário de uma “baratinha” — nos levavam, todos empilhados, a passear pela cidade do Rio de Janeiro. E foi assim que ficamos conhecendo o Morro da Urca e o Pão de Açúcar — ai, que emoção — pelo funicular, o “bondinho” pendurado entre aqueles enormes rochedos. E de onde se descortinava uma vista empolgante, só superada pela paisagem de tirar ainda mais o fôlego que se estendeu diante de nossos olhos, quando subimos — passageiros de outro trenzinho incrível, quase vertical — ao alto do Corcovado. Ali ainda não se erguia a estátua do Cristo Redentor, que é hoje o cartão-postal do Rio de Janeiro. Mas me parece que o panorama era, por estranho que pareça, bem mais “divino” ao natural, sem ela.
Fomos passear também na Gávea e na Avenida Niemeyer, ainda bastante deserta, e na Tijuca, com a sua floresta e a sua linda Cascatinha. “Cascatinha”, por sinal, era o nome da cerveja que papai tomava com muito gosto, enquanto nós, crianças, nos amarrávamos num refrigerante incrível que tinha o estranho nome de Guaraná.
Não deixamos de passear pelo centro da cidade, na elegantíssima Rua do Ouvidor, e na muito chique Cinelândia, em frente ao Teatro Municipal e suas escadarias, com seus bares e sorveterias na calçada. E, claro, na Avenida Rio Branco, reta, larga, e imponente, embicando no cais do porto, por onde chegamos ao Brasil pela primeira vez.
E foi nessa Avenida Rio Branco que tivemos a nossa primeira impressão — e que impressão! — do carnaval brasileiro. Eu já tinha ouvido falar em carnaval: na Europa, era famoso o carnaval de Nice, na França, com a sua decantada batalha de flores; e o carnaval de Veneza, mais exuberante, tradicional, com gente fantasiada e mascarada dançando e cantando nas ruas. E havia também os luxuosos, e acho que “comportados”, bailes de máscaras, em muitas capitais europeias. Eu já ouvira falar em fasching, carnevale, Mardi Gras — vagamente. Mas o que eu vi, o que nós vimos, no Rio de Janeiro, não se parecia com nada que eu pudesse sequer imaginar nos meus sonhos mais desvairado
Aquelas multidões enchendo toda a avenida, aquele “corso” — o desfile interminável e lento de carros, para-choque com para-choque, capotas arriadas, apinhados de gente fantasiada e animadíssima. Todo aquele mundaréu de homens, mulheres, crianças, de todos os tipos, de todas as cores, de todos os trajes — todos dançando e cantando, pulando, saracoteando, jogando confetes e serpentinas que chegavam literalmente a entupir a rua e se enroscar nas rodas dos carros... E os lança-perfumes, que que é isso, minha gente! E os “cordões”, os “ranchos”, os “blocos de sujos” — e todo o mundo se comunicando, como se fossem velhos conhecidos, se tocando, brincando, flertando — era assim que se chamavam os namoricos fortuitos, a paquera da época —, tudo numa liberdade e descontração incríveis, especialmente para aqueles tempos tão recatados e comportados... Tanto que, ainda vários anos depois, uma marchinha carnavalesca falava, na sua letra alegremente escandalizada, da “moreninha querida... que anda sem meia em plena avenida”.
Ah, as marchinhas, as modinhas, as músicas de carnaval, maliciosas, buliçosas e engraçadas, algumas até com ferinas críticas políticas... E os ritmos, e os instrumentos — violões, cuícas (coisa nunca vista!), tamborins, reco-recos...
E finalmente, coroando tudo, as escolas de samba, e o desfile feérico dos enormes carros alegóricos das sociedades carnavalescas — coisa absolutamente inédita para nós — com seus nomes esquisitos, “Fenianos”, “Tenentes do Diabo” — cada qual mais imponente, mais fantástico, mais brilhante, mais deslumbrante, mais mirabolante — e, para mim, nada menos que acachapante!
E pensar que a gente não compreendia nem metade do que estava acontecendo! Todo aquele alarido, todas aquelas luzes, toda aquela agitação, toda aquela alegria desenfreada — tudo isso nos deixou literalmente embriagados e tontos de impressões e sensações, tão novas e tão fortes que nunca mais esqueci aqueles dias delirantes. Vi muitos carnavais depois daquele, participei mesmo de vários, e curti-os muito. Mas nada, nunca mais, se comparou com aquele primeiro carnaval no Rio de Janeiro, um banho de Brasil, inesquecível...
Transplante de menina. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2003.
7º e 8º Anos
Ao término da leitura do texto, redija um comentário de + ou - 10 linhas à respeito do texto .
Magda Prado
Transplante de menina
Tatiana Belinky
[...] Depois do almoço, continuávamos o nosso turismo carioca. Papai e mamãe, mais o primo — feliz proprietário de uma “baratinha” — nos levavam, todos empilhados, a passear pela cidade do Rio de Janeiro. E foi assim que ficamos conhecendo o Morro da Urca e o Pão de Açúcar — ai, que emoção — pelo funicular, o “bondinho” pendurado entre aqueles enormes rochedos. E de onde se descortinava uma vista empolgante, só superada pela paisagem de tirar ainda mais o fôlego que se estendeu diante de nossos olhos, quando subimos — passageiros de outro trenzinho incrível, quase vertical — ao alto do Corcovado. Ali ainda não se erguia a estátua do Cristo Redentor, que é hoje o cartão-postal do Rio de Janeiro. Mas me parece que o panorama era, por estranho que pareça, bem mais “divino” ao natural, sem ela.
Fomos passear também na Gávea e na Avenida Niemeyer, ainda bastante deserta, e na Tijuca, com a sua floresta e a sua linda Cascatinha. “Cascatinha”, por sinal, era o nome da cerveja que papai tomava com muito gosto, enquanto nós, crianças, nos amarrávamos num refrigerante incrível que tinha o estranho nome de Guaraná.
Não deixamos de passear pelo centro da cidade, na elegantíssima Rua do Ouvidor, e na muito chique Cinelândia, em frente ao Teatro Municipal e suas escadarias, com seus bares e sorveterias na calçada. E, claro, na Avenida Rio Branco, reta, larga, e imponente, embicando no cais do porto, por onde chegamos ao Brasil pela primeira vez.
E foi nessa Avenida Rio Branco que tivemos a nossa primeira impressão — e que impressão! — do carnaval brasileiro. Eu já tinha ouvido falar em carnaval: na Europa, era famoso o carnaval de Nice, na França, com a sua decantada batalha de flores; e o carnaval de Veneza, mais exuberante, tradicional, com gente fantasiada e mascarada dançando e cantando nas ruas. E havia também os luxuosos, e acho que “comportados”, bailes de máscaras, em muitas capitais europeias. Eu já ouvira falar em fasching, carnevale, Mardi Gras — vagamente. Mas o que eu vi, o que nós vimos, no Rio de Janeiro, não se parecia com nada que eu pudesse sequer imaginar nos meus sonhos mais desvairado
Aquelas multidões enchendo toda a avenida, aquele “corso” — o desfile interminável e lento de carros, para-choque com para-choque, capotas arriadas, apinhados de gente fantasiada e animadíssima. Todo aquele mundaréu de homens, mulheres, crianças, de todos os tipos, de todas as cores, de todos os trajes — todos dançando e cantando, pulando, saracoteando, jogando confetes e serpentinas que chegavam literalmente a entupir a rua e se enroscar nas rodas dos carros... E os lança-perfumes, que que é isso, minha gente! E os “cordões”, os “ranchos”, os “blocos de sujos” — e todo o mundo se comunicando, como se fossem velhos conhecidos, se tocando, brincando, flertando — era assim que se chamavam os namoricos fortuitos, a paquera da época —, tudo numa liberdade e descontração incríveis, especialmente para aqueles tempos tão recatados e comportados... Tanto que, ainda vários anos depois, uma marchinha carnavalesca falava, na sua letra alegremente escandalizada, da “moreninha querida... que anda sem meia em plena avenida”.
Ah, as marchinhas, as modinhas, as músicas de carnaval, maliciosas, buliçosas e engraçadas, algumas até com ferinas críticas políticas... E os ritmos, e os instrumentos — violões, cuícas (coisa nunca vista!), tamborins, reco-recos...
E finalmente, coroando tudo, as escolas de samba, e o desfile feérico dos enormes carros alegóricos das sociedades carnavalescas — coisa absolutamente inédita para nós — com seus nomes esquisitos, “Fenianos”, “Tenentes do Diabo” — cada qual mais imponente, mais fantástico, mais brilhante, mais deslumbrante, mais mirabolante — e, para mim, nada menos que acachapante!
E pensar que a gente não compreendia nem metade do que estava acontecendo! Todo aquele alarido, todas aquelas luzes, toda aquela agitação, toda aquela alegria desenfreada — tudo isso nos deixou literalmente embriagados e tontos de impressões e sensações, tão novas e tão fortes que nunca mais esqueci aqueles dias delirantes. Vi muitos carnavais depois daquele, participei mesmo de vários, e curti-os muito. Mas nada, nunca mais, se comparou com aquele primeiro carnaval no Rio de Janeiro, um banho de Brasil, inesquecível...
Transplante de menina. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2003.
7º e 8º Anos
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Magda Prado
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